Não. Mas isso não implica que as multinacionais afirmem o contrário, usando esse receio como estratégia para evitar a aplicação dos critérios laborais definidos pelo código da campanha. Na verdade, é ridículo afirmar tal coisa, uma vez que a percentagem correspondente aos salários no custo total de um artigo é somente de 5%, muitas vezes até menos. Isso significa que, se num caso extremo, os salários fossem duplicados e isso fosse suportado inteiramente pelos consumidores, umas calças de ganga que agora custam 42€ custariam cerca de 43€. Mas neste processo esperam-se também melhorias para lá do incremento salarial, como melhor iluminação, ventilação, normas de segurança, etc
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